Boa noite queridos leitores
Lembrando que é sempre ótimo ler um bom livro, segue pra vocês uma sugestão imprescindível pra quem quer entender um pouco mais a respeito dos contos de fadas, um manual indispensável para os que lidam com a literatura infantil. Quem que não gosta de uma boa história? Seja ela pra dormir, ou em uma reunião familiar? Hoje estaremos oferecendo uma leitura fascinante para todos os interessados em psicologia humana. O livro: A PSICANÁLISE DOS CONTOS DE FADAS escrita por Bruno Bettelheim. Essa sugestão vai de encontro com a postagem sobre curiosidades que fizemos anteriormente na nossa página(para mais informações, deem uma olhadinha na página curiosidades), onde nos fala que os contos de fadas não foram escritos diretamente para as crianças, mas em sua forma original, os textos traziam doses fortes de adultério, incesto, canibalismo e mortes hediondas. Marina Warner, especialista em histórias infantis da Universidade de Essex, na Inglaterra, diz que
Lembrando que é sempre ótimo ler um bom livro, segue pra vocês uma sugestão imprescindível pra quem quer entender um pouco mais a respeito dos contos de fadas, um manual indispensável para os que lidam com a literatura infantil. Quem que não gosta de uma boa história? Seja ela pra dormir, ou em uma reunião familiar? Hoje estaremos oferecendo uma leitura fascinante para todos os interessados em psicologia humana. O livro: A PSICANÁLISE DOS CONTOS DE FADAS escrita por Bruno Bettelheim. Essa sugestão vai de encontro com a postagem sobre curiosidades que fizemos anteriormente na nossa página(para mais informações, deem uma olhadinha na página curiosidades), onde nos fala que os contos de fadas não foram escritos diretamente para as crianças, mas em sua forma original, os textos traziam doses fortes de adultério, incesto, canibalismo e mortes hediondas. Marina Warner, especialista em histórias infantis da Universidade de Essex, na Inglaterra, diz que
"a fome e a mortalidade infantil serviam de inspiração"
para os contos de fadas, surgidos em sua maioria na Europa da Idade Média.Segundo registra Cashdan¹:
“Originalmente concebidos como entretenimento para adultos, os contos de fadas eram contados em reuniões sociais, nas salas de fiar, nos campos e em outros ambientes onde os adultos se reuniam - não nas creches.”
Mais adiante, Cashdan exemplifica:
“É por isso que muitos dos primeiros contos de fada incluíam exibicionismo, estupro e voyeurismo. Em uma das versões de Chapeuzinho Vermelho, a heroína faz um striptease para o lobo, antes de pular na cama com ele. Numa das primeiras interpretações de A bela adormecida, o príncipe abusa da princesa em seu sono e depois parte, deixando-a grávida. E no conto A Princesa que não conseguia rir, a heroína é condenada a uma vida de solidão porque, inadvertidamente, viu determinadas partes do corpo de uma bruxa.”
Ainda conforme Cashdan,
"alguns folcloristas acreditam que os contos de fada transmitem 'lições' sobre comportamento correto e, assim, ensinam aos jovens como ter sucesso na vida, por meio de conselhos.(…)A crença de que os contos de fada contêm lições pode ser, em parte, creditada a Perrault, cujas histórias vem acompanhadas de divertidas 'morais', muitas das quais inclusive rimadas". E ele conclui: "os contos de fada possuem muitos atrativos, mas transmitir lições não é um deles". Portanto queridos leitores, não deixem de ler esse fascinante livro, que encantará você sendo professor, pai, mãe. É um livro que te envolve e faz você não querer parar de lê-lo. ¹ CASHDAN, Sheldon. 'Os 7 pecados capitais nos contos de fadas: como os contos de fadas influenciam nossas vidas'. Rio de Janeiro: Campus, 2000. SEGUE ALGUMAS SUGESTÕES ONDE ENCONTRÁ-LO: Livraria Saraiva Submarino Estante Virtual Lojas Americanas Dica: Vale lembrar que comprando um livro usado carregamos duas histórias: Do antigo dono e a do livro. Gosto, particularmente, de comprar livros em sebos, todos esses sites indicados, já comprei e chegaram conforme o combinado, vale muito a pena e sem contar que são na maioria das vezes bem mais baratos.
Olá queridos leitores, Boa noite.Mais uma sugestão de materiais que vocês poderão levar para sua sala de aula, ou mesmo para uma informação pessoal ou para seus filhos. Desta vez não é sugestão de um livro e sim de um site que é muito bom, um site que além de nos trazer recursos para a sala de aula, nos oferece uma ferramenta imprescindível que é trabalhar com a lei 10639/03. Você que diz não saber como trabalhar com essa lei,não tenho materiais,etc... Os seus problemas acabaram, basta clicar no site A Cor da Cultura, que você terá uma imensidão de recursos das mais variáveis possíveis.A cor da Cultura é um projeto fruto de parcerias como:Canal futura, Petrobrás, MEC, o Cidan - Centro de Informação e Documentação do Artista Negro, a Fundação Palmares, a TV Globo e a Seppir - Secretaria de políticas de promoção da igualdade racial. Esse é um projeto educativo onde prioriza a educação e a valorização da cultura afro-brasileira. Para saber mais, clique aqui.Esse site nos oferece além de novas aprendizagens, nos auxilia com recursos diferenciados para levarmos à sala de aula, como por exemplo:Jogos, Animações, Artigos, Kits para o professor, notícias, dentre outros.Uma ferramenta que é muito importante durante a fase inicial e de todas as outras fases da nossa vida, para o desenvolvimento humano, é a leitura. E quem foi que disse que a leitura precisa ou é uma coisa "chata", pelo contrário, a leitura precisa ser prazerosa, e para isso, hoje trouxemos mais uma prática de leitura, que tanto adultos e principalmente as crianças irão adorar, que é uma leitura animada.No site citado acima nos dá essa oportunidade, que além de trabalharmos com um tema tão importante que é a valorização da cultura Afro-brasileira através da lei 10639/03, e também podemos contar com a ajuda do livro animado. Para entenderem melhor o que estamos falando, segue abaixo alguns exemplos dos referidos livros animados.
Então pessoal, esperamos ter trago mais uma contribuição para o aprendizado de todos. Pois como diz FREIRE ¹ em Política e Educação:“Ninguém educa ninguém, como tampouco ninguém se educa a si mesmo: os homens se educam em comunhão, mediatizados pelo mundo”.¹ FREIRE, Paulo. Política e Educação. São Paulo: Cortez, 1993, p.9
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